O problema do livre-arbítrio

Este é um dos mais importantes problemas filosóficos sobre a ação humana. Resumindo: será o ser humano dotado de genuína liberdade, ou será ele inteiramente determinado por fatores que não controla? Vê o filme que propomos e tenta responder a esta questão. Reflete sobre este problema e deixa o teu comentário na nossa página. :D

2 comentários:

  1. É minha convicção que nehum ser é inteiramente livre. logo o problema do livre arbítrio está condicionado, porque o ser humano está condicionado por não ser capaz de viver isolado, ele por natureza é um ser social,logo terá de se sujeitar a um conjunto de regras de conduta comumente aceites para reger a vida em sociedade.Assim sendo o ser humano apesar de ser livre de pensamento não poderá sê-lo de ação;a liberdade deixaria de fazer sentido se não existissem regras que a dilimitam, a minha liberdade está condicionada quando colide com a do meu próximo. por outro lado também não poderemos falar de livre arbítrio, quando aqueles que são mandatados para fazer cumprir as regras, fazem uso delas para proveito próprio, e pior do que isso colocam-se à margem dessas mesmas, e aproveitam o mandato que lhe foi conferido pela sociedade para das mais diversas formas subjugarem o seu semelhante.
    Nenhum ser é inteiramente livre enquanto houverem fatores externos alheios à sua vontade e que condicionam a sua ação.

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  2. Partilhamos da sua opinião, uma vez que a noção de liberdade que apresenta é a de uma liberdade relativa e não absoluta. De facto o Homem na sua ação está condicionado pela época em que nasceu, pela cultura da sociedade em que se insere e até pela sua herança genética. A noção filosófica de livre-arbítrio remete-nos para a possibilidade que o ser humano tem de optar por um caminho entre dois ou mais. Deste ponto de vista o homem é livre de escolher, mas se optar por agir de uma forma parcial onde a sua intenção é a de privilegiar interesses, simpatias e benefícios próprios estará a cometer atos moralmente inválidos já que os deveres de uns são os direitos de outros. Esta é uma perspetiva Kantiana.

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